Confissões ao girassol

Um convite a passear pelo bosque. Chá ou café?

olá, tudo bem?

Nascido sob o sol de janeiro de 1995, na litorânea Vitória, foi nas terras de Castelo, no interior do Espírito Santo, que Ailson César Lovato fincou suas raízes e colheu suas primeiras histórias. Filho de Maria Aparecida e Valdeci, ele descobriu cedo que a vida podia ser lida, escrita e reinventada.

Antes mesmo de entender a grandiosidade da literatura, Ailson já brincava de espalhar saberes. O quintal de casa virava sala de aula; os amigos, seus primeiros alunos; e um pequeno quadro de giz, o cenário onde desenhava o futuro. A infância plantou a semente que o tempo se encarregou de florescer.

Na adolescência, os sentimentos e os olhares atentos sobre o cotidiano começaram a transbordar em frases e pequenos textos que ganharam o mundo através da internet. O que era passatempo virou destino. Em 2013, ingressou na faculdade de Letras, mergulhando de vez na estrutura e na alma da Língua Portuguesa.

A escrita, sempre urgente, não esperou o diploma. Em dezembro de 2014, deu vida a "Agridoce", sua primeira coletânea de contos e crônicas. O reconhecimento de sua sensibilidade com as palavras veio logo em seguida: em 2015, foi convidado a ocupar a cadeira de número 17 da Academia Literária Castelense (ALC), sob o patronato de Joaquim Puppin.

O ano de 2015 também marcou sua transição oficial para os palcos da vida real: formou-se professor. Desde 2016, Ailson divide seu tempo entre as salas de aula — onde a antiga brincadeira de infância se tornou sua grande missão de vida — e o isolamento sagrado da criação literária.

Entre o giz, o afeto e as páginas em branco, sua jornada poética seguiu amadurecendo em manuscritos como "Janeiro de 95" e desbravando as profundezas do sentir com o recente "Confissões ao girassol".